Não fui ouvir, num dia destes, Francisco Sarsfield Cabral. Contudo, tenho lido notícias relacionadas com as suas intervenções.
Ao falar da actual crise, uma ideia que se tem destacado nas suas intervenções, refere-se à ordem ética. De facto, transmite que as causas mais profundas são de ordem ética, onde muitos capitalistas convenceram-se que tudo seria possível, incluindo procedimentos de duvidosa moralidade: falta de cuidado na concessão de crédito, a irresponsabilidade com que gestores bancários e financeiros aconselharam aos seus clientes aplicações que se revelaram de alto risco.
Aponta as consequências, o aumento do desemprego e a falta de dinheiro do Estado para ajudar quem precisa.
Aponta medidas que se podem tomar, tais como evitar o colapso do sistema financeiro, apostar em políticas para espevitar a procura (investimentos públicos e/ou baixa de impostos), reforçar os apoios sociais.
Na revista Visão, surge uma pequena reportagem, onde a ideia chave mostra que a fé pode ser boa para a saúde, como a fé pode curar.
Realmente, nestes tempos de turbulência, um olhar para a fé, para o Deus de Jesus Cristo, ajuda-nos a olhar para o essencial, para a nossa essência no encontrar o sentido para a vida, a reconstruir uma ordem ética, de valores como respeito, hospitalidade, entre-ajuda…
Desafio-vos a experimentarem e vão ver que encontraram soluções para a tão badalada crise.
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