No meio de tantas notícias, desta vez apresento uma sobre o islamismo. De facto, ele está a crescer na europa.
Um dos missionários mais conhecidos no mundo, Pe. Piero Gheddo, considera que o chamado feito pelo líder líbio Muamar el Gadafi, durante sua visita oficial a Roma, a islamizar a Europa poderia se tornar realidade em poucas décadas.
Em declarações a ZENIT, este sacerdote do Pontifício Instituto Missões Exteriores (PIME), fundador da agência de informação missionária AsiaNews, missionário em vários continentes, autor de oitenta livros, considera que devemos levar a sério o excêntrico presidente e se perguntar qual é a resposta que os cristãos do velho continente oferecem.
A 29 de agosto, o líder líbio teve um encontro com quinhentas mulheres na Cidade Eterna, para proclamar que "o Islã deveria se converter na religião de toda a Europa". Antes, ele havia convidado-as à conversão e ao menos três delas afirmaram que concordariam.
Segundo Pe. Gheddo, as manifestações de Gadafi, longe de ser mero "folclore", como afirmaram representantes políticos italianos, poder-se-iam transformar em poucas décadas em realidade.
"Nenhum jornal (exceto "Avvenire" jornal da Conferência Episcopal Italiana ) levou em consideração seriamente como pode se responder a este desafio do Islã, que cedo ou tarde conquistará a maior parte da Europa."
O secretário da Congregação vaticana para a Evangelização dos Povos, arcebispo Robert Sarah, foi um dos poucos que levou a sério as declarações de Gadafi. Ele as qualificou numa entrevista concedida ao jornal romano "La Repubblica" (31 de agosto) de "provocação e "falta de respeito com o Papa e a Itália, país de maioria católica".
"O desafio deve ser levado à sério insiste Pe. Gheddo . Certamente, a partir de um ponto de vista demográfico, fica claro a todos que os italianos reduzem cerca de 120 ou 130 mil pessoas por ano por causa do aborto e das famílias que se separam; enquanto que entre os mais de 200 mil imigrantes legais por ano, na Itália, mais da metade são muçulmanos e as famílias islâmicas têm um nível de crescimento muito mais alto que de nossas famílias."
"Nos jornais e programas de televisão não se fala disso constata . Mas devemos dar uma resposta antes de tudo no campo religioso, cultural e de identidade. Na Europa cristã diminui a prática religiosa e se estende a indiferença, o cristianismo e a Igreja são atacados."
"Quando há notícias negativas sobre a Igreja, os jornais as publicam com grande realce, até mesmo com alegria. A Constituição Europeia pode ter sido aprovada apesar de que não mencionava as 'raízes cristãs' de nossa cultura e de nosso desenvolvimento. O fato é que, como povo, fazemo-nos cada vez mais pagãos, e o vazio religioso está inevitavelmente a ser preenchido por outras propostas e forças religiosas."
"Se nos consideramos um país cristão, deveríamos voltar à prática da vida cristã, que solucionaria também o problema dos berços vazios."
Para explicar o desafio lançado por Gadafi, o Pe. Gheddo ilustra a posição de outros expoentes islâmicos: "No ano de 2004, visitei a Malásia e o arcebispo da capital, Kuala Lumpur, mostrou-me o editorial do jornal local mais importante do país publicado em inglês ("The Star - The People's Paper"), que dizia: 'o Ocidente Cristão é rico, com bem-estar, educação, democracia, poder militar, mas vazio de ideais e filhos, porque não tem Deus. O Islã tem uma tarefa histórica: devolver Deus à Europa'".
O sacerdote missionário conclui com esta pergunta: "Por que nunca se fala de uma resposta a esta provocação, sumamente difundida entre os povos islâmicos, proclamada pela cultura local em voz alta?".
Neste mundo, como muitas outras coisas também nos preocupam, mais do nunca, é necessário mesmo confiar em Deus de Jesus Cristo. É um desafio a cada cristão que se empenhem cada vez mais, na evangelização.
sábado, 4 de setembro de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Madre Teresa de Calcutá

Hoje, dia 26 de Agosto, fazia 100 anos.
Para celebrar o seu aniversário deixo algumas palavras de Bento XVI:
Uma oportunidade para manifestar “alegre gratidão a Deus pelo dom inestimável que a Madre Teresa foi durante a sua vida”.
Tendo respondido com confiança ao chamamento directo do Senhor, Madre Teresa exemplificou perante o mundo as palavras de São João: «Caríssimos, se Deus nos amou assim, também nós devemos amar-nos uns aos outros. Se nos amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós e o seu amor chegou à perfeição em nós»", indicou.
Pede que as Missionárias da Caridade continuem o trabalho de Madre Teresa, “aproximando-se da pessoa de Jesus, cuja sede de almas é saciada pelo vosso ministério junto dos mais pobres dos pobres”.
Convida as religiosas a "doar-se generosamente a Jesus, que vedes e servis nos pobres, nos doentes, nos sós e abandonados".
"Encorajo-vos a aprender constantemente da espiritualidade e do exemplo de Madre Teresa e, nos seus passos, aceitar o convite de Cristo: «Vem, sê a minha luz»", acrescenta.
Deixo, por fim, alguns dados biográficos dela.
Ao longo dos anos 50 e no início dos anos 60, Madre Teresa estendeu a obra das Missionárias da Caridade seja internamente dentro Calcutá, seja em toda a Índia. No dia 1 de Fevereiro de 1965, Paulo VI concedeu à Congregação o “Decretum Laudis”, elevando-a a direito pontifício.
Em 1979, Madre Teresa recebeu o Prémio Nobel da Paz, como reconhecimento pelo seu trabalho.
No final dos anos 80 e durante os anos 90, não obstante os crescentes problemas de saúde, Madre Teresa continuou a viajar pelo mundo para a profissão das noviças, para abrir novas casas de missão e para servir os pobres e aqueles que tinham sido atingidos por diversas calamidades.
Às 9h30 da noite do dia 5 de Setembro de 1997, morreu na Casa Geral. No dia 13 de Setembro teve um funeral de Estado e o seu corpo foi conduzido num longo cortejo através as estradas de Calcutá.
Foi beatificada por João Paulo II a 19 de Outubro de 2003, após o Papa polaco ter dispensado o período de espera de 5 anos para a abertura da Causa de Canonização.
Maria Dulce morreu

No passado dia 24 de Agosto, morreu Maria Dulce. Vivia em Bucelas, no dizer do encenador Filipe la Féria, como “uma grande actriz”, mas “pobremente, com dificuldades, esquecida por todos”.
Foi uma estrela de teatro de revista e sobretudo do cinema.
Nascida a 11 de Outubro de 1936, desde cedo, aos 13 anos, abraçou o mundo artístico, no filme “Frei Luís de Sousa”, do realizador António Lopes Ribeiro.
No muito que podemos encontrar agora sobre ela, destaco a sua participação do filme “La Señora de Fatima”, de Rafael Gil, em 1951 (encerramento do Ano Santo), no papel da pastora Jacinta. Maria Dulce foi a primeira actriz portuguesa a interpretar a figura de Jacinta, a mais nova do trio de pastorinhos de Fátima. O filme é uma co-produção luso-espanhola.
Este filme sobre Fátima não foi o primeiro, pois de Itália, surgiu a primeira película, “Fatima milagrosa”, do italiano Rino Lupo, em 1928.
Sobre o seu papel de Jacinta, Maria Dulce chegou a afirmar: «Ainda hoje tenho uma sensação muito agradável, de quase bem-estar: sobretudo agora, quando soube que a Jacinta tinha sido beatificada. […] Senti mais a responsabilidade desta interpretação, a segunda da minha carreira cinematográfica, pois estreei-me no “Frei Luís de Sousa”, a que se seguiu a partida para Madrid, para fazer o papel de Jacinta, na “Senhora de Fátima”
Mas, acima de tudo, também porque estava a interpretar uma personagem que tem muito a ver connosco e, depois, porque já conhecia a história e me identifico com ela…
Enfim, a sensação que ainda perdura é a de que foi tudo muito agradável, muito gratificante e… gostei muito!»
[…]
A Jacinta era diferente, porque tinha realmente o comportamento próprio das crianças da sua idade, brincava, participava nos jogos e era fisicamente igual a qualquer outra, assim como o seu comportamento.
Só que dentro dela havia permanentemente aquele dom especial que só uma criança tocada pela Graça, como ela foi, pode possuir.
Apercebeu-se da importância do filme na altura, porque, diz Maria Dulce, foi feito com muito rigor por um homem que era dos maiores realizadores de Espanha, […] e por outro lado, obedeceu a um rigor histórico perfeitamente fiel àquilo que se conhecia e continua a conhecer da história das aparições de Fátima.
Todos os exteriores foram filmados nos próprios locais e fielmente reproduzidos em estúdio, desde a roupa, comportamento das personagens… tudo muito rigoroso!
Sobre os filmes que têm sido produzidos sobre Fátima, afirma, «atrás de todos coloco o americano (de que nem me lembro o nome) porque não passa de uma fantasia, talvez muito próprio para o espírito americano, mas que nada tem a ver com Fatima.
Considera que o primeiro filme a sério que se fez foi este, o “Senhora de Fátima”, em Espanhol.»
(cf. Guia-Gente – in Magnificat 49 (8) Outubro 1999, p. 34-36)
sábado, 14 de agosto de 2010
14 Agosto
Lembrei-me duma passagem das cartas de S. Paulo que escreve: "Não sabeis que os correm no estádio correm todos, mas só um ganha o prémio? Correi, pois, assim, para o alcançardes. Os atletas impõem a si mesmos toda a espécie de privações: eles para ganhar uma coroa corruptível; nós, porém para ganhar uma coroa incorruptível."(1Cor 9,24-25).
Lembrei-me porque aconteceu presenciar in loco a Volta a Portugal em bicicleta na cidade de Leiria.
No final do dia, estive no Santuário de Fátima, quando a Cruz das Jornadas Mundiais da Juventude deu entrada. Participei nas celebrações.
Duas notas destaco:
Primeira nota, tocou o facto da Cruz descer da Cruz Alta até à Capelinha com o Santuário pouco iluminado. Percorreu o caminho quase às escuras.
Sinal? A Cruz ainda não é luz para os nossos caminhos...
Segunda nota, a existência de pouquíssimos jovens neste acontecimento. Nesta sociedade "mundana", os jovens cristãos das dioceses de Leiria-Fatima e Santarém onde estão? Refiro estas dioceses, pois eram as responsáveis da animação na passagem da Cruz por estas dioceses.
Contudo, sendo um Sábado à noite, o Santuário estava bem composto com peregrinos de muitos locais de Portugal e do mundo.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Regresso de férias
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Cimeira da ONU lembrada em Fátima
Entre várias notícias que enundam os meios de comunicação social, destaco este, onde intervi.
O terço das 18h30, rezado na Capelinha das Aparições do Santuário de Fátima, teve este Domingo como intenção especial a próxima Cimeira das Nações Unidas, onde se irá fazer o ponto de situação dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio.
A oração, preparada pela Rede Fé e Desenvolvimento (Pe. José Augusto Leitão svd e grupo de leigos da Diocese Leiria/ Fátima), foi transmitida em directo pela Rádio SIM e pelo canal televisivo TelePACE.
A Rede Fé e Desenvolvimento é uma iniciativa da Fundação Evangelização e Culturas que, em parceria com diversos grupos/ movimentos da Igreja Católica de diferentes Dioceses portuguesas, pretende sensibilizar a Igreja e sociedade civil para a reflexão e intervenção na área do desenvolvimento global.
Deixo um link, onde podem aprofundar esta iniciativa, www.redefedesenvolvimento.org
O terço das 18h30, rezado na Capelinha das Aparições do Santuário de Fátima, teve este Domingo como intenção especial a próxima Cimeira das Nações Unidas, onde se irá fazer o ponto de situação dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio.
A oração, preparada pela Rede Fé e Desenvolvimento (Pe. José Augusto Leitão svd e grupo de leigos da Diocese Leiria/ Fátima), foi transmitida em directo pela Rádio SIM e pelo canal televisivo TelePACE.
A Rede Fé e Desenvolvimento é uma iniciativa da Fundação Evangelização e Culturas que, em parceria com diversos grupos/ movimentos da Igreja Católica de diferentes Dioceses portuguesas, pretende sensibilizar a Igreja e sociedade civil para a reflexão e intervenção na área do desenvolvimento global.
Deixo um link, onde podem aprofundar esta iniciativa, www.redefedesenvolvimento.org
sábado, 7 de agosto de 2010
Em reflexão
Da minha ida a Granada a um evento predominantemente carismático, houve vários momentos marcantes.
Neste breve apontamento tenho como referência a intervenção do padre Pablo, sacerdote jesuíta.
Há uma constatação nesta sociedade moderna: O homem moderno tem grande dificuldade de abrir a Deus. Deve-se a vários factores.
Um primeiro, deve-se a um pragmatismo demolidor, onde sobressaem a ciência e a técnica. "Tudo é adequirível, tudo é assecível, tudo é possível."
Um segundo factor, a predominãncia do Racionalismo, onde a razão é o único modo argumentável. Assim, é-se incapaz de acreditar numa experiência de Deus, porque não pertence ao domínio da razão. Toda a experiência do domínio dos sentidos domina, e fora dele é a morte.
Vive-se sem um núcleo interior, com grande incapacidade de escutá-lo. Por isso, chega-se à situação em que Deus é algo que se deve utilizar e não o que amo.
Vive-se ainda e só nos ditâmes da sociedade. Esta marca a vida, a conduz. Incapacidade de parar!
Por tudo isto deparamos algumas consequências no modo de viver do próprio homem.
Ele vive sem esperança, numa incapacidade de acreditar no futuro.
Vive-se só no presente. Há um desejo enorme, mas uma grandec dificuldade de atingir a satisfação.
Outra consequência, o homem tem necessidade enorme de salvação. Constata-se este facto, com as perguntas que vão surgindo na sociedade de forma inconsciente, perguntas de todos os tempos: porque estou aqui, para quê, qual o sentido ou que sentido.
Chego aqui a perguntar-me, nesta estrutura que nos impõe, como oferecer hoje a "experiência de Deus"? E que "experiência de Deus" falamos?
Deixo em aberto estas interrogações... Em reflexão!
Neste breve apontamento tenho como referência a intervenção do padre Pablo, sacerdote jesuíta.
Há uma constatação nesta sociedade moderna: O homem moderno tem grande dificuldade de abrir a Deus. Deve-se a vários factores.
Um primeiro, deve-se a um pragmatismo demolidor, onde sobressaem a ciência e a técnica. "Tudo é adequirível, tudo é assecível, tudo é possível."
Um segundo factor, a predominãncia do Racionalismo, onde a razão é o único modo argumentável. Assim, é-se incapaz de acreditar numa experiência de Deus, porque não pertence ao domínio da razão. Toda a experiência do domínio dos sentidos domina, e fora dele é a morte.
Vive-se sem um núcleo interior, com grande incapacidade de escutá-lo. Por isso, chega-se à situação em que Deus é algo que se deve utilizar e não o que amo.
Vive-se ainda e só nos ditâmes da sociedade. Esta marca a vida, a conduz. Incapacidade de parar!
Por tudo isto deparamos algumas consequências no modo de viver do próprio homem.
Ele vive sem esperança, numa incapacidade de acreditar no futuro.
Vive-se só no presente. Há um desejo enorme, mas uma grandec dificuldade de atingir a satisfação.
Outra consequência, o homem tem necessidade enorme de salvação. Constata-se este facto, com as perguntas que vão surgindo na sociedade de forma inconsciente, perguntas de todos os tempos: porque estou aqui, para quê, qual o sentido ou que sentido.
Chego aqui a perguntar-me, nesta estrutura que nos impõe, como oferecer hoje a "experiência de Deus"? E que "experiência de Deus" falamos?
Deixo em aberto estas interrogações... Em reflexão!
quarta-feira, 23 de junho de 2010
O Amor
Começo estas linhas, com uma frase que me marcou nestes dias: o olhar é comprometer-me.
Olho para Deus de forma viva, como algo inacabado, em construção em mim.
Vão seguir-se outras que apareceram nestes dias em mim.
Deus não pode não amar. Esta é a sua fragilidade. Por isso, ao colocar-me diante d'Ele, incomoda-me.
O Amor é a fé em obras; em Jesus, Deus fez-se homem, para que o homem se faça Deus, isto é, que se humanize.
Até quando posso amar? Deves amar até doer, como disse Madre Teresa.
Quem quase amou, nunca amou.
O Amor é carinhoso, mas também é exigente; é excêntrico, isto é, o centro encontra-se "fora do centro" de "mim".
Eis o caminho, partilhado, não finito, mas sempre a percorrer até ao Amor
Olho para Deus de forma viva, como algo inacabado, em construção em mim.
Vão seguir-se outras que apareceram nestes dias em mim.
Deus não pode não amar. Esta é a sua fragilidade. Por isso, ao colocar-me diante d'Ele, incomoda-me.
O Amor é a fé em obras; em Jesus, Deus fez-se homem, para que o homem se faça Deus, isto é, que se humanize.
Até quando posso amar? Deves amar até doer, como disse Madre Teresa.
Quem quase amou, nunca amou.
O Amor é carinhoso, mas também é exigente; é excêntrico, isto é, o centro encontra-se "fora do centro" de "mim".
Eis o caminho, partilhado, não finito, mas sempre a percorrer até ao Amor
A Fé
Nestes dias têm sido um balsamo para uma vida agitada.
Um espaço onde tenho estado a diagnosticar a minha fé, a minha confiança para com o meu Deus.
Nestas linhas, algumas pinceladas deste dom gratuito, que é a fé; pinceladas essas que foram as mais marcantes.
A Fé é uma experiência de reconhecer-me reconhecido.
A fé é confiar, é confiança.
Crescer na fé é crescer na confiança da presença de Deus; a consciência que Deus está.
A Fé é a arte de viver no entretanto, enqunato a esperança é a capacidade do futuro, viver a fé no futuro; a caridade/amor é a fé em obras.
A fé é o conhecimento que nasc e do amor.
Pistas para um caminho a percorrer todos os dias, com serenidade, sabendo que Deus está.
Um espaço onde tenho estado a diagnosticar a minha fé, a minha confiança para com o meu Deus.
Nestas linhas, algumas pinceladas deste dom gratuito, que é a fé; pinceladas essas que foram as mais marcantes.
A Fé é uma experiência de reconhecer-me reconhecido.
A fé é confiar, é confiança.
Crescer na fé é crescer na confiança da presença de Deus; a consciência que Deus está.
A Fé é a arte de viver no entretanto, enqunato a esperança é a capacidade do futuro, viver a fé no futuro; a caridade/amor é a fé em obras.
A fé é o conhecimento que nasc e do amor.
Pistas para um caminho a percorrer todos os dias, com serenidade, sabendo que Deus está.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
O Crucifixo
O caso passou-se em Itália..
Alguém pôs em questão a existência de crucifixos nas escolas estatais. Esse facto coargia a liberdade religiosa, não respeitava todos os da comunidade, condicionando a educação dos pais.
Essa pessoa interpôs uma acção nas instancias judiciais, no tribunal europeu, veio a ganhar. Esse mesmo tribunal considerou que a presença de crucifixos numa sala de aula viola o direito dos pais «a educar os filhos segundo as suas convicções» e também a «liberdade religiosa dos alunos.
Houve um conjunto de reacções, não só de itália, como de outros países, daqueles onde está activa a igreja ortodoxa, pois era mais uma "machadada" para a identidade europeia.
Acabo agora de ler o texto de Aura Miguel,com o título, Fé envergonhada, que transcrevo:
«O Tribunal Europeu dos Direitos do Homem divulgou esta semana a lista dos países que vieram em defesa do Estado Italiano contra uma sentença que proíbe os crucifixos nas escolas públicas.
De entre os 47 Estados que compõem o Conselho da Europa, foram apenas 10 os que pediram para se constituírem como parte interessada, ao lado de Itália. Estes 10 países europeus querem demonstrar os limites do tribunal, nomeadamente, quando a sua jurisdição cria novos direitos contra a vontade dos seus Estados membros – neste caso uma imposição do laicismo numa Nação maioritariamente católica.
Os 10 países europeus que vão a tribunal defender o crucifixo são quase todos de maioria ortodoxa: Bulgária, Chipre, Grécia, Roménia, Federação Russa, Lituânia, Arménia. Só três têm tradição católica: Mónaco, São Marino e Malta.
Afinal, quando se trata de defender publicamente e sem vergonha os sinais da fé, Portugal ficou para trás. Bento XVI, conta mais com o apoio de Malta católico (que visitou o mês passado) e com Chipre ortodoxo (cuja visita inicia hoje).»
Como cristão, grito: acordem! Jesus Cristo está vivo! Ressuscitou!
Que fé é a nossa?
Alguém pôs em questão a existência de crucifixos nas escolas estatais. Esse facto coargia a liberdade religiosa, não respeitava todos os da comunidade, condicionando a educação dos pais.
Essa pessoa interpôs uma acção nas instancias judiciais, no tribunal europeu, veio a ganhar. Esse mesmo tribunal considerou que a presença de crucifixos numa sala de aula viola o direito dos pais «a educar os filhos segundo as suas convicções» e também a «liberdade religiosa dos alunos.
Houve um conjunto de reacções, não só de itália, como de outros países, daqueles onde está activa a igreja ortodoxa, pois era mais uma "machadada" para a identidade europeia.
Acabo agora de ler o texto de Aura Miguel,com o título, Fé envergonhada, que transcrevo:
«O Tribunal Europeu dos Direitos do Homem divulgou esta semana a lista dos países que vieram em defesa do Estado Italiano contra uma sentença que proíbe os crucifixos nas escolas públicas.
De entre os 47 Estados que compõem o Conselho da Europa, foram apenas 10 os que pediram para se constituírem como parte interessada, ao lado de Itália. Estes 10 países europeus querem demonstrar os limites do tribunal, nomeadamente, quando a sua jurisdição cria novos direitos contra a vontade dos seus Estados membros – neste caso uma imposição do laicismo numa Nação maioritariamente católica.
Os 10 países europeus que vão a tribunal defender o crucifixo são quase todos de maioria ortodoxa: Bulgária, Chipre, Grécia, Roménia, Federação Russa, Lituânia, Arménia. Só três têm tradição católica: Mónaco, São Marino e Malta.
Afinal, quando se trata de defender publicamente e sem vergonha os sinais da fé, Portugal ficou para trás. Bento XVI, conta mais com o apoio de Malta católico (que visitou o mês passado) e com Chipre ortodoxo (cuja visita inicia hoje).»
Como cristão, grito: acordem! Jesus Cristo está vivo! Ressuscitou!
Que fé é a nossa?
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